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quinta-feira, 28 de março de 2019

Tumor de Ovário e Infecção Uterina em Cadelas a Gatas


Em cadelas a gatas, principalmente mais velhas e algumas semanas após o cio, é comum desenvolver uma infecção no útero, chamada do Piometra. Há várias causas para a origem desse infecção, sendo elas: Idade avançada, baixa imunidade, acasalamento, aborto, via endógena, uso de anticoncepcional ou abortivo, ovário policísticos e até neoplasia.
A foto mostra um útero logo após a castração com piometra e um "gigantesco" ovário neoplásico (paciente Yorkshire de 2,2 kg com 8 anos).
Sempre é recomendado em caso de infecção uterina em cadelas e gatas a cirurgia de castração (ovariohisterectomia).
Caso você tenha um pet nessa situação por favor procure um veterinária o mais rápido possível. Caso você esteja na região metropolitana de Belo Horizonte me procure. Terei o maior prazer em ajudar. Possuo mais de 15 anos de experiência em cirurgias.


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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Prolapso da Glândula da Terceira Pálpebra. Correção Cirúrgica. Atendimento em Belo Horizonte (RMBH)


O prolapso da glândula da terceira pálpebra é uma síndrome relativamente comum em cães, principalmente filhotes. Também conhecido como "Olho Cereja" ou "Cherry Eyes" devido a "bolinha" vermelha que aparece no canto medial inferior do olho doente. Pode ocorrer em apenas um olho ou nos dois.
Infelizmente não há um colírio que consiga resolver o problema. Massagens na região basicamente mascaram a situação pois "escondem" a glândula para região original, que volta a prolapsar com o tempo.
A recomendação quando ocorre isso será a cirurgia para correção.
Basicamente há duas técnicas cirúrgicas. Uma é feito a remoção da glândula (exerese) e a outra é feito o sepultamento da glândula preservando o tecido e sua função. (técnica de Morgan modificada)
Hoje em dia a recomendação é preservar a glândula para evitar a ceratoconjuntivite seca quando o paciente estiver com idade avançada.
A cirurgia é muito segura, sendo realizada em poucos minutos, onde o paciente volta pra casa no mesmo dia. O pós operatório também é feito em casa utilizando colírios específicos para cicatrização.
Para saber mais detalhes sobre a cirurgia e valores favor telefonar (31)991854941(SMS/whatsApp).

Algumas imagens do procedimento cirúrgico:





link de vídeo da cirurgia com a técnica e Morgan Modificado
https://www.youtube.com/watch?v=ZOazXya5peU


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sábado, 19 de novembro de 2011

Cirurgia de Catarata. Se é bom para o idoso também será bom para o seu cão.


Veja resumo de artigo científico indicando a incrível melhora na qualidade de vida após cirurgia de catarata.

Não deixe seu cão cego por causa da catarata. Através da cirurgia ele pode voltar a enxergar e ter uma melhora na qualidade de vida.

Consulte-me para uma avaliação do seu cão e possível cirurgia.


A Satisfação Visual Pós-operatório em Idosos Submetidos à Cirurugia de Catarata

MAIA, Laura Carolina
TONIN, ANNELISE SIMÕES
SOUZA, Elizabeth Aparecida de


O cristalino é a lente natural dos olhos, transparente, quando perde sua transparência surge a catarata, que é uma doença caracterizada pelo envelhecimento natural das células do cristalino. Está pesquisa objetivou averiguar o resultado e a satisfação visual pós-operatório em idosos submetidos à cirurgia de catarata. O instrumento para coleta de dados foi um formulário composto no total por onze questões estruturadas, aplicado aos idosos submetidos à cirurgia de catarata no Instituto de Olhos Fabri (IOF) de Cascavel/PR. A amostra foi composta de vinte e um idosos submetidos à cirurgia de catarata no ano de 2008 e os dados foram coletados no mês de outubro de 2009. Dos 21 idosos entrevistados, a idade variou de 62 a 87 anos, com média de 73,9 anos, com maior prevalência do sexo feminino. Entretanto 3 (14,3%) considera-se muito insatisfeito, 3 (14,3%) razoavelmente satisfeito e 15 (71,4%) muito satisfeito com a visão global após a cirurgia de catarata. 12 (57,1%) às vezes precisam usar óculos ou corrigir a visão para atividades diárias. 14 (66,7%) consideram-se muito satisfeitos com a visão à distância após a cirurgia de catarata e 16 (76,2%) referem não ter nenhum incômodo ao visualizar esses objetos. 20 (95,2%) dos entrevistados referem melhora na qualidade de vida após a cirurgia de catarata. Em relação à qualidade de vida, a maioria disse ter tido um impacto positivo, pois voltaram a fazer suas atividades com mais facilidade, concluí-se, portanto, uma melhora da qualidade de vida após a cirurgia de catarata para os idosos.
Palavras Chave: Catarata, lente intra-ocular, Idoso.

Veja o artigo na integra:

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Eletrorretinografia em Cães e Gatos

ELETRORRETINOGRAFIA

Por jak
05 de September de 2008
ELETRORETINOGRAFIA

A eletroretinografia (ERG) é a avaliação gravação da atividade eletrofisiológica na retina em resposta a estimulação da luz e dentre as indicações para a realização deste exame nos animais, podemos citar:

1. Avaliação pré-operatória da função retineana antes da cirurgia de catarata. Infelizmente, muitos cães com catarata podem possuir ser portadores de degeneração progressiva da retina (atrofia). Nos casos aonde temos uma lente muito opaca tornando a fundoscopia inviável, o exame de ERG é muito importante para avaliarmos o potencial de visão deste paciente. Deve-se salientar que mesmo nos casos aonde temos uma retina doente, a cirurgia de facoemulsificação está indicada com o intuito de preservação do globo ocular e para prevenir-se o desconforto e dor causado por oftalmopatias graves induzidas pela catarata, como a uveíte e o glaucoma. É importante notar que mesmo na presença da catarata (ou de uma opacidade na córnea), a luz atinge a retina para causar uma resposta e permitir sua avaliação através da ERG. Esta também é a razão pela qual o reflexo pupilar fotomotor pode ser incitado em pacientes com catarata. Se o fundo do olho contra-lateral puder ser avaliado oftalmoscopicamente, um teste do ERG para detecção de atrofias de retina hereditárias é desnecessário, pois tal oftalmopatia é bilateral.

2. Diagnóstico das doenças retineanas em que nenhuma anormalidade oftalmoscópica é evidente. Estas incluem estágios iniciais de degeneração retineana progressiva, como hemeralopia (diminuição ou perda da visão diurna) em Malamutes do Alasca e da degeneração retineana súbita adquirida (SARD). Em todas estas doenças existem anormalidades na ERG, mesmo que o fundo do olho pareça normal na fundoscopia.

3. Diferencial entre causas retineanas e pós retineanas de cegueira. Por exemplo, os casos de SARD e de neurite ótica podem similarmente apresentar-se com perda aguda da visão, uma aparência da retineana normal e com midríase fixa. Um ERG pode ser usado para o diferencial, pois nos casos de SARD (que é uma doença retineana) teremos um traçado anormal, enquanto que na afecção do nervo ótico o exame será normal por tratar-se de uma doença pós-retineana.

4. Diagnóstico precoce de atrofias hereditárias de fotoreceptores. Em algumas raças do cão, a ERG pode detectar alterações retineanas bem antes que os sinais oftalmoscópicos ou alterações de comportamento sejam observados. Por exemplo, no Poodle Standard, no Cão d'água Português e no cocker Spaniel americano e inglês, as alterações no ERG podem ser notadas anos antes do aparecimento de sinais clínicos. Este diagnostico precoce é de suma importância para criadores que desejam pesquisar a presença de doenças retineanas hereditárias em suas matrizes.

A realização do exame de ERG

Embora a ERG seja um procedimento não invasivo, os pacientes devem ser anestesiados para reduzir interferências elétricas e artefatos de movimento. A luz para estimulação é colocada perto do olho, e as respostas aos flashes de luz são gravadas usando 3 eletrodos. O eletrodo ativo (da gravação) é acoplado geralmente a uma lente de contato colocada na córnea. Dois outros eletrodos são colocados na pele para reduzir a interferência elétrica.

Baseado na indicação clínica para a ERG, dois protocolos de gravação são utilizados nos animais. O primeiro é o rápido, protocolo “sim-não”, usado para demonstrar a função retineana. Este é realizado para descartar-se a presença de SARD ou no pré-operatório da facoemulsificação para cirurgia de catarata. Este é um teste breve, que grava a resposta a 2 ou 3 flashes de luz. Para a detecção precoce ou para a avaliação de doenças hereditárias dos fotorreceptores, um protocolo mais exaustivo é necessário. Este protocolo envolve um teste amplo dos cones e bastonetes, baseado em suas características fisiológicas diferentes. Algumas das propriedades do fotorreceptor que são avaliadas ao longo deste teste detalhado incluem:

• Resposta à luz fraca (visão escotópica), que é uma característica da função dos bastonetes e a resposta aos flashes de luz forte (visão fotópica), que indica a função dos cones.

• Estimulação da cor: os cones são mais responsivos à luz vermelha, enquanto os bastonetes são mais responsivos a estimulação da luz verde ou azul.

• Adaptação: Uma vez que as luzes da sala de exame são desligadas, um processo de adaptação ao escuro começa. Com tempo, a sensibilidade dos bastonetes aumenta e isto é expresso pelo aumento da amplitude do sinal gravado em resposta à luz fraca. Ao contrário, quando ascendemos as luzes da sala ocorre uma adaptação ao claro, assim os bastonetes saturam e não respondem a luz.

• Resposta à cintilação luminosa: a detecção de flashes claros depende da freqüência em que o estimulo cintila. Bastonetes podem detectar a luz piscar em uma freqüência < 10 Hz, enquanto os cones detectam 30 – 70 Hz (dependendo da espécie). Além destes limites, os fotorreceptores não podem detectar os flashes individuais e suas respostas fundem-se (isto explica porque nós vemos uma imagem contínua na nossa televisão, mesmo que esta imagem seja em flashes).

Estes testes mais apurados da função retineana são usados para a detecção de várias afecções dos fotorreceptores nas diferentes raças, incluindo a degeneração de cones em Malamutes do Alasca, a degeneração progressiva de cones e bastonetes em Poodles e Cockers, a degeneração de cones e bastonetes tipo I no Setter Irlandês, a tipo II em Collies, etc.

Os sinais gravados da ERG são analisados avaliando a amplitude e a latência (sincronismo) de dois componentes principais: a onda “A” é a primeira deflexão negativa do sinal, e é indicativa da resposta do fotorreceptor. É seguida por um pico grande, positivo, a onda “B”, que é gerada na camada intermediária da retina (bipolar e células de Müller).







É importante lembrar que a ERG tem diversas limitações. Primeiro e mais importante é que a ERG é um teste da função retineana e não da visão. Consequentemente pode ser normal em alguns casos de cegueira. Por exemplo, a ERG é normal nos casos de cataratas maduras, mesmo que o paciente seja funcionalmente cego. É também normal nos casos de cegueira pós-retineana, como nos casos de neurite ótica ou cegueira cortical (amauroses). Tais casos são melhor avaliados gravando-se o potencial evocado visual (PEV), que representa a resposta cortical aos flashes de luz; estes são gravados colocando os eletrodos ativos na cabeça e sobre o córtex visual. Uma outra limitação da ERG é o fato que representa uma resposta retineana global, sendo assim não pode ser usada para diagnosticar áreas focais de disfunção (escotomas). Finalmente, como a ERG grava a resposta das células fotorreceptoras, ela é normal no glaucoma, que é uma doença retineana de sua camada interna. Estas duas últimas limitações podem ser superadas usando-se um equipamento especializado de ERG, a ERG focal e a ERG de teste padrão, respectivamente. Entretanto, tal aparelho não está em utilização rotineira na oftalmologia veterinária.

Sendo assim veterinário, se estas limitações forem levadas em consideração e se o teste for realizado de acordo com o protocolo formal, a ERG pode ser uma ferramenta poderosa no diagnóstico das doenças retineanas.

Trabalho traduzido pelo acadêmico André Eschholz durante o período de estágio curricular obrigatório no Hospital Veterinário São Bernardo / Instituto de Oftalmologia Veterinária de Curitiba (IOVC) em Agosto de 2007.



Referência:

World Small Animal Veterinary Association World Congress Proceedings, 2006

Ron Ofri, DVM, PhD, DECVO
Koret School of Veterinary Medicine, Hebrew University of Jerusalem
Rehovot, Israel

Fonte: http://www.vetweb.com.br/vetweb/

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

7 vidas


Os bichanos gostam de altura, adoram andar pelos muros, nos telhados.

Quem tem gato sabe que é muito difícil segurar esses nossos amigos sapecas, e se você mora em apartamento é importante tomar muito cuidado (o ideal é instalar redes de segurança), pois tem vários casos de gatos que caem das janelas e sofrem faturas e na pior das situações são levados ao óbito.

Neste ano já realizei 3 cirurgias ortopédicas em gatos devido a quedas.

Segue link com reportagem de um gato que sobreviveu a uma queda do oitavo andar, acredito que ele deve ter usado no mínimo 4 vidas das suas 7!

Imagem Gettyimages


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terça-feira, 29 de junho de 2010

Cirurgia Ortopédica






A Medicina Veterinária tem evoluído cada dia mais em tecnologia em cirurgia ortopédica.

Confia aqui a técnica pioneira realizada na Grã- Bretanha.





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